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                Estas regras foram concebidas através de consultas à atletas experientes, fóruns dedicados ao tema, alem de experiências internacionais e nacionais em operações e eventos de grande porte, e procura assim atingir aos anseios dos praticantes da modalidade Milsim em ter regras mais enxutas, de fácil adaptação e que proporcionem além de realismo maior jogabilidade em eventos e jogos diários.

 

                

                O segmento S.A.R busca aproximar a sensação de jogo à realidade. Consiste principalmente do comprometimento dos jogadores com estratégias, habilidades, regras e capacidade de comunicação, por exemplo, em relação às dificuldades de cenário, com base nas desempenhadas por operadores e/ou combatentes reais em situações reais.A estruturação do S.A.R (segmento de Simulação de Ação Real) iniciou-se em 2013, e sua aplicação em 2014, no Distrito Federal, por meio da idealização de Paulo Henrique (Shutz), Patrick Soares , Francisco Drumond (Chico) e Cristiano Freeman. A partir daí, operadores e grupos de outros estados do país se uniram e contribuíram para a difusão da modalidade.

 

               A Regra SIMPLAY, elaborada conjuntamente pela Divisão Especial de Airsoft – DEA e pela K2 Airsoft Unit, mescla a rigidez da simulação militar com uma flexibilidade lúdica que possibilita ao operador usufruir do jogo de forma mais integrada e dinâmica. Porém, como a regra tem também um caráter de simulação militar, algumas restrições são impostas. A Regra SIMPLAY apresenta-se em duas versões: o EASY MODE e o HARD MODE. O EASY MODE é a versão mais flexível da regra, no qual existe a tolerância ao uso de hi-cap. Já no HARD MODE, a versão mais rígida da regra, não existe a possibilidade de se admitir o uso do hi-cap, sendo permitido, tão-somente, o uso de mid-caps, low-caps ou real-caps.